Silvério Pessoa
(Release)
A música de Silvério é uma síntese das canções da Zona da Mata, Agreste e Sertão, e a sonoridade e atitude dos jovens dos Centros Urbanos, envolvidos com o Rock, o Hip-Hop, o Punk, e os novos sons que chegam e são absorvidos pelas tradições. É um trabalho que oferece hereditariedade ao gênero tradicional, não perdendo a nave da história.
Com o CASCABULHO, banda que formou em 1994, fez turnês pelo Canadá, E.U.A. e Berlim. Participou do Free Jazz em 1997 e de 03 versões do Festival Abril pro Rock, onde em 2000 lançou seu Projeto solo, o BATE O MANCÁ. Como compositor recebeu o Prêmio Sharp de Música em 1999, categoria Regional.
O CD BATE O MANCÁ - O Povo dos Canaviais foi lançado em maio de 2001 no Brasil, pela gravadora Natasha (atualmente independente), em 2004 foi lançado na Europa recebendo quatro estrelas da Revista Le Monde de la Musique, de Paris, e indicado como um dos melhores lançamentos do ano pela redação da Revista Vibrations da França. O CD continua atual em relação à proposta de trabalhar as origens, a tradição e a cultura popular atualizadas.
:: MP3 do Bate o Mancá ::
Carreiro Novo
Côco do M
Seu segundo projeto, o CD "Batidas Urbanas - Projeto MICRÓBIO DO FREVO" é uma revista da obra carnavalesca de Jackson do Pandeiro nas décadas de 50/60. O CD, também independente, recebeu nota máxima do jornal Folha de São Paulo, Revista VEJA e atualmente faz parte do catalogo da distribuidora Tratore (www.tratore.com.br).
O show de lançamento aconteceu na consagrada festa do bloco carnavalesco de Recife, "Guaiamum Treloso", em fevereiro de 2003, onde mais de 8.000 pessoas presenciaram Silvério e seus convidados, incluindo a Viúva de Jackson do Pandeiro, Almira Castilho, relembrarem os antigos Carnavais, dando contemporaneidade a outro gênero, o "Frevo". Esse show foi seguido de apresentações nos mais importantes palcos de carnaval de Pernambuco, a exemplo do Rec Beat, e no carnaval de 2005 o show recebeu ilustres convidados em momento especial na programação do Recife, Lenine, Mano Chao, Antonio Nóbrega, Lula Queiroga, e a banda Francesa Mei Tei Sho.
Em junho / 2003 Silvério iniciou a primeira turnê com o trabalho solo, passando 02 meses na Europa, principalmente na França. Participou de Festivais importantes como o Sfinks Festival na Bélgica, Festival de Langon, Saint Nazaire, Fete de la Music em Paris, Nice, Toulouse, Sete, entre várias cidades francesas, nos quais fizeram parte, importantes nomes da música mundial, como Manu Chao, Asian Dub Fundation, Tiken Jah Fakoly, Lokua Kanza, dentre outros.
Ainda neste período da turnê, Silvério fora convidado para gravar participações com outras bandas francesas e ter encontros culturais, tais como: Massilia Sound System, Nux Vomica, Fabulous Trobadors, Bombes 2 Bal, La Talvera, grupos que possuem uma proposta de trabalho envolvendo a modernidade e as tradições locais. Realizando, também, palestras sobre a Cultura no Brasil.
:: MP3 do Batidas Urbanas - Projeto MICRÓBIO DO FREVO ::
Micróbio do Frevo
Minha Marcação
Na Europa, o Filme "MORO NO BRASIL", lançado no verão de 2003 em quase todas as cidades mais importantes da França, e Europa, tem Silvério como um dos protagonistas, comentando e refletindo a cultura do povo da Zona da Mata. O Filme é do Mika Kaurismaki, distribuído pela produtora / distribuidora de Win Wenders, e participou do Festival de Cannes.
Lançado pelo selo L¿outre distribution, o CD Bate o Mancá é responsável por inúmeras citações e artigos em revistas especializadas de musica em toda Europa. Em 2004, Silvério Pessoa realizou uma grande Tour de 2 meses incluindo varias cidades da Espanha, França, Dinamarca, Alemanha, Bélgica, Suíça e um dos maiores Festivais do planeta na Ásia, Ilha de Borneo, o Rainforest Festival. Em 2005 a Tour foi de mais de 3 meses alem de shows em outubro na França e um convite para o Festival Africolor em Paris, no mês de dezembro. No Café de la Dance, em Paris, Silvério gravou em outubro/05, o DVD ao vivo que planeja ser lançado em 2006 na Europa juntamente com sua 9ª Tour pelo exterior.
O terceiro CD gravado em Recife, mixado em Paris e finalizado no Rio de Janeiro, CABEÇA ELETRICA, CORAÇÃO ACUSTICO lançado em setembro de 2005 aqui no Brasil e na Europa planejado para sair em 2006, é um CD autoral, no qual todas as canções levam a assinatura de Silvério e parcerias com Bráulio Tavares, Herbert Lucena e Ivan Santos. O CD tem participações de Dominguinhos, Lula Queiroga, Alceu Valença e Lenine. Com shows de lançamento realizados em Recife, no Teatro S.Isabel (4 e 5/11/2005), em uma montagem especial, que resultou na gravação do seu primeiro DVD no Brasil em fase de produção.
:: MP3 do Cabeça Elétrica, Coração Acústico ::
Nas Terras da Gente
Sabor do Frevo
Silvério também se dedica ao projeto da LIGA MUSICAL REFINARIA na qual canta sobre bases eletrônicas e consegue mais uma produção ligando as tradições a musica moderna.
Silvério Pessoa acaba de retornar de uma tour por 8 Estados do Brasil pelo Projeto Pixinguinha, onde com uma formação acústica (Viola de 10, violão, acordeom e escaleta e sampler e efeitos) foi ovacionado pelo publico do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vitória do Espírito Santo, São Paulo, Porto Alegre, Caxias do Sul, Curitiba e Porto Alegre.
:: Mais Música
:: Música do Filme Vinil Verde de Kléber Mendonça Filho ::
Luvas Verdes
::Links
Página Oficial do Silvério Pessoa
Comunidade no Orkut
:: Próximos Shows
24/02 - 21h30 - (sexta) Abertura do Carnaval - Marco Zero (Show especial com Alceu Valença e Lula Queiroga)
25/02 - 11h00 - (Sábado) Participação com Spok no palco do galo da Madrugada (Av. Guararapes)
26/02 - 22h00 - (Domingo) Micróbio (único show) no Polo Ibura
28/02 - 0h00 - (Terça) Participação no encerramento com Orquestra Spok e convidados!
Contato: Karina Hoover: (81) 32691654 / 32691325 / 99677815
Europa: Marc Regnier.
(Agradecimentos a Virgínia Correia pelo material e pela paciência =D)
21.2.06
Está no ar a entrevista que os hermanos deram para o site de música alternativa Coquetel Molotov de Recife, confira abaixo a entrevista:
LOS HERMANOS
Por Jamerson de Lima
Durante mais uma visita do Los Hermanos ao Recife, onde puderam tocar dois dias seguidos (um dia no Teatro Guararapes e no outro no Clube Internacional) pude aproveitar alguns minutos de folga da galera para fazer uma breve entrevista que se transformou num ótimo bate papo. Raras são as ocasiões em que jornalistas puderam entrevistar os quatro Hermanos ao mesmo tempo. E foi lá no quarto de hotel no meio dessa agitada turnê que estive lá para ver o que eles tinham para dizer e responder sobre a carreira e a fama.
"De uma hora pra outra a gente pode fazer um disco que o público adore e que a crítica ache uma bosta, e aí? "
Como é compor nesse ritmo de shows e turnês?
Amarante: No meu caso, as músicas surgem pela vontade de fazer música. Pelo menos pra mim é assim. É sentar e fazer. Ela não bate na nossa porta. Pra isso é que a gente precisa de um tempo. A inspiração existe, mas, posso dizer assim, ela vem quando eu estou trabalhando, mas trabalhando nas músicas em si. Pra mim, turnê é uma coisa bem cansativa. Depois de três dias seguidos de shows, no quarto dia você não tá com muita paciência... Precisa guardar energia pra tocar. Até porque quando a gente toca, a gente gasta muita energia mesmo. E por mais bonito e romântico que possa parecer, não consigo simplesmente parar pra compor em quarto de hotel durante turnê. Pra mim funciona mais quando estou em casa.
E desde quando vocês estão em turnê?
Bruno: Acho que desde agosto do ano passado. Foi o início da turnê do "4". E a turnê só pára quando a gente volta de vez mesmo pra casa. E ritmo de turnê é aquela coisa. Tem gente trabalhando a todo instante, equipe que vai e vem, todo tempo montando e desmontando equipamento, tem os ensaios... E sem falar que a gente tem pouco tempo livre quando vai de uma cidade pra outra.
Sempre que vieram aqui em show solo, vocês nunca chamaram nenhuma outra banda daqui para abrir. E inclusive falaram que sempre têm muito cuidado em escolher as bandas que vão abrir o show de vocês. Por quê?
Amarante: É verdade! Inclusive no Rio, nesse último show que fizemos lá, fizemos questão de chamar essa galera que a gente gosta muito e que já tocou conosco. O Nervoso, o Cidadão Instigado e o Hurtmold. Na verdade, a gente até tem vontade de fazer isso mais frequentemente, mas às vezes é muito trabalhoso viabilizar isso. Por exemplo, pra eles tocarem lá no Rio, a banda toda do Cidadão Instigado ficou lá em casa. E o que já é uma coisa que nem dá pra fazer noutra cidade, digamos. Mas isso é só um exemplo que me ocorreu agora. Só que aqui mesmo, po... Pensando bem, não ia faltar banda pra abrir o show da gente. Cobrou bem! (risos)
E o que vocês fazem para um show ser diferente do outro?
Amarante: Nada. Pior é que nada mesmo. Se a gente tentasse com todo nosso sangue fazer um show ser igual ao outro ainda assim ele sairia diferente. A gente não conseguiria nem sendo as mesmas músicas, na mesma ordem e com a mesma roupa.
Até porque essa é a primeira vez que vocês tocam duas noites seguidas numa mesma cidade, mas em locais diferentes.
Barba: É, por sinal acho que essa vai ser a primeira vez que a gente vai poder ter a chance de ver uma diferença grande de um show no teatro para um show noutro local sendo numa data tão próxima. Mudança de ambiência, de repertório, da cara do público mesmo. Vai ser legal sentir essa diferença.
Amarante: O legal de ter esses shows assim é que pelo menos pessoas que não iriam a um show como o de hoje e que não são acostumadas a ir a show de rock por serem mais velhas ou por não se sentirem confortáveis ou por falta de costume, poderiam ir tranquilamente ver o show no teatro. Eu particularmente gosto muito de ir ver shows em teatro. É outra coisa.
Em que momento vocês perceberam que a banda estava ficando muito grande a ponto de chegar numa cidade e ver que já havia esgotado todos os ingressos de um show?
Bruno: É... (pausa) é algo que começou a acontecer assim com o Ventura. No Bloco havia uma consagração, mas era meio marginal, sabe. A gente tocava em casas de shows para 300 pessoas e aí começava a lotar. Mas não se podia dizer ainda que era uma consagração de fato como é hoje. A primeira vez que a gente fez um show de final de semana no Canecão foi com o Ventura. E acho que foi quando as coisas começaram a aparecer pros outros como o Los Hermanos sendo grande. E até pra gente mesmo.
Amarante: A gente fez o Canecão no final da turnê do Bloco. Tinha 800 pessoas. Eu me lembro que quando a gente voltou lá no final da outra turnê foi algo do tipo... Caramba! Tinha muito mais gente!
E qual o último show que vocês fizeram pra um público menor que mil pessoas? Até porque hoje em dia é meio difícil ter menos gente indo pros shows, não é?
Bruno: Acho que o último assim foi em Aracaju. Devia ter umas 900 pessoas, por aí... Mas a gente ainda faz uns esquemas menores. Tipo pocket-show em FNAC pra menos gente. Coisas assim em menor proporção. Mas realmente a situação de público é bastante padronizada nas capitais. Só que existe uma realidade no interior do país que é totalmente diferente. Tudo bem que a gente faz muitos shows nas capitais e realmente lota de público, mas ainda existe um amplo terreno a ser percorrido no interior. O Brasil é muito grande. É um país muito desigual em termos de cultura e acesso a informação. Não é nem nesse sentido de parecer que a gente quer conquistar a todos, mas de repente é bom ter essas novas experiências pra mover a gente e ir pra outros lugares.
Como vocês conseguem se manter nesse equilíbrio de crítica e público? O que vocês acham disso?
Amarante: É legal, né! Mas assim, tanto um quanto outro não são nenhum troféu que a gente possa botar na estante. De uma hora pra outra a gente pode fazer um disco que o público adore e que a crítica ache uma bosta, e aí?
Bruno: E sem falar que a crítica também é feita pro público. É feita por alguém que escreve ali coisas que saem da cabeça dele e que depois são publicadas no jornal. Eu sinto muito essa crítica bairrista de gente que, junto com seus amigos, chega a uma verdade e escreve qualquer coisa ali generalizando tudo. Noutro dia tava lendo uma matéria numa revista e que dizia mais ou menos assim "...o Los Hermanos, cada vez mais tristonhos e perdendo público". Mas como assim? Perdendo público? Eu não vejo isso. Acontece do cara escrever o que quer e não saber nem de onde, nem como ele concluiu isso. De repente o sujeito tem seus amigos que gostaram muito do Ventura e que acharam esse disco uma merda. Disso ele tira que a banda está perdendo público e escreve assim. Mas, no final das contas, pro pessoal que lê isso nem muda muita coisa.
Amarante: Até muda sim, sabe, porque tem muita gente que lê revistas e jornais e acha que ali está lendo a verdade.
Bruno: Nem tanto. Aí é que está, Rodrigo. No fundo isso é uma relação pessoal. Ou o cara quer ir pro show ou ele não quer. Ele não vai deixar de querer ir porque a gente está perdendo público.
Amarante: É que no geral, os jornalistas e os críticos de cultura foram ganhando um status de cronistas da realidade. De um lado, é como se nós, músicos e artistas, fôssemos como personagens de um mundo mágico que esse tipo de jornalista imagina ser o autor. E aí fazem perfis de cada um de nós pras pessoas de um jeito como eles querem. Digo isso mais pelos jornais do Rio, que é a realidade que eu vivo. Lá tem muito disso.
Marcelo: Lá fora é que é bem diferente. A gente quando é entrevistado em Portugal, por exemplo, é outra história. Totalmente diferente. Quando a gente dá entrevistas aqui no Brasil é muito difícil sair uma legal. A cada dez que a gente faz, nove saem uma merda.
Amarante: A diferença é assim: tem um tipo de jornalista que parece gostar do que está fazendo. Quando ele chega para entrevistar a gente, ele quer realmente falar com a gente, quer conversar e cultiva uma curiosidade genuína. E outros, que são a maioria, parecem que têm uma espécie de rancor. E já chegam perguntando de uma forma rancorosa. É como um filme onde o diretor já odeia de cara os personagens. Parece o caso de ter que criticar, num sentido pejorativo. De querer achar um defeito e a gente sabe que não precisa ser dessa forma. Os jornalistas também não precisam ser sempre benevolentes, mas é preciso estar aberto àquilo que se vai escrever.
Bruno: Isso tem muito a ver com essa época. As pessoas estão muito acostumadas com a televisão e com a Internet a ir direto àquilo que interessa. Aí quando o cara te entrevista, ele quer um mote. Já pensando no que ele vai colocar como legenda pra foto pra vender a matéria... De repente um texto grande de um bate-papo como esse aqui não seja tão interessante para alguns meios.
E vocês já estão pensando em lançar outro DVD? Mas por que fazer outro, uma vez que o DVD do Cine Íris foi tão bem aceito pelo público?
Amarante: É que é outro disco. Outro repertório. Todo show tem mudanças, arranjos novos. Outro visual que seria interessante registrar. Sem falar que metade desse show novo é de músicas do "4". E isso acaba sendo como aquela coisa de lançar um disco. Se a gente faz um disco muito bom e que todo mundo elogia, a gente vai parar só porque todo mundo elogiou? O lance é esse. É ir andando pra frente e ir pra outro lugar. Não importa se o lugar em que a gente está é muito confortável ou se tá todo mundo aplaudindo. Tudo isso é conseqüência do que a gente fizer.
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20.2.06
Pronto. Abaixo estão as páginas da entrevista com Amarante e Camelo para a conceituada Revista Bizz, para ler basta abrir os links abaixo.
Entrevistão Pág.01
Página 02
Página 03
Página 04
Página 05
Página 06
Página 07
Página 08
*(Fotos por: Fernando Augusto - Mairinque-SP)
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19.2.06
Abaixo está o set list do 50º show da turnê do '4' na cidade de Ribeirão Preto-SP, sábado passado(17/02/06), o show foi um sucesso de público tendo em vista que os ingressos esgotaram-se dias antes da apresentação da banda.
Cliquem na imagem abaixo para conferir algumas fotos do show:
(Fotos: Por Carlos Eduardo)
E-mail: dudu_stanley20@msn.com
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:: Vídeo ::
Cliquem no link abaixo para fazer o downloaddo vídeo feito durante a apresentação dos Los Hermanos em Recife no Teatro Guararapes.
(Cliquem na imagem para fazer o download direto no RapidShare)
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:: Maranhão Music Festival ::
Nos dias 14 e 15 de Julho, vai rolar o Maranhão Music Festival em São Luis e as atrações ainda estão sendo confirmadas para o evento. O site oficial do festival colocou a disposição do público uma enquete para saber qual banda deverá tocar no festival.
Bom, pra quem ainda não sabe os Los Hermanos nunca tocaram no estado do Maranhão e essa seria uma grande oportunidade para nós(fãs) ajudar os fãs maranhenses.
Para a nossa alegria, os hermanos estão em 1º lugar na votação da enquete e devemos agora manter o ritmo, para votar basta acessar o site:
MM Festival - Enquete
É preciso colocar nome, endereço e e-mail, é simples...Vamos colaborar pessoal!!!
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17.2.06
(Parafusa-PE)
PARAFUSA
Release
"Meio-dia na Rua da Harmonia"
O ano de 2004 foi o ano que se consolidou no Recife um novo cenário da música pernambucana. Uma música livre de rótulos ou presa às raízes da cultura local, urbana, contemporânea, que conquistou público e espaço na imprensa. Bandas com criatividade, qualidade, personalidade e sonoridades distintas. No meio dessa efervecência de novas bandas, Parafusa lançou seu primeiro álbum. Depois da experiência com o demo "Não ria de mim" (2002), os quatro músicos partiram para a produção de seu primeiro CD, depois de dois anos compondo, ensaiando e tocando novas músicas.
:: Músicas(Mp3´s) para download ::
"Não Ria de mim"
"Longa canção sobre um grande amor"
"Marchinha"
:: VideoClipe: ::
Clip "Marchinha"
Em "Meio-dia na Rua da Harmonia" , Parafusa abre o leque e descarrega suas influências da música popular brasileira com a formação progressiva dos anos 70. Guitarra, baixo, órgão e bateria é a base para todas as canções. O som é rock, pop com melodias pra sair cantando na rua e harmonias para serem tocadas em violões e guitarras por aí afora. Referências musicais como Mutantes, Ave Sangria, Secos e Molhados, King Crimson, Jethro Tull, Beatles, Beach Boys, Ben Folds Five, Chico Buarque, Cartola, Os saltimbancos, A arca de Noé 1 e 2, são constantes e eternas na formação dos quatro músicos.
O disco é composto de 12 canções distintas mas com a personalidade e as características que criaram a identidade da banda. Os arranjos são diversificados, tentando evitar a linearidade e a uniformidade.O CD foi produzido pela própria banda e gravado no
estúdio Sala 7 (na escola de música CEMA), onde ensaiam desde o início da banda. Lá, tiveram liberdade e tempo de criar os arranjos e gravar experimentando timbres e diferentes microfonações. A mixagem e masterização ficaram por conta de Leo D. e William P., sócios do Mr.Mouse estúdio, produtores responsáveis por boa parte da nova safra de bons discos produzidos na cidade.
:: + Mp3´s ::
"A Dama do porto"
"Eu digo a ela"
"Tudo bem"
Parafusa:
Diogo Andrade - guitarra
Tiago Araújo - baixo
Juliano Ribeiro - órgão, teclados e escaleta
Lucas Araújo - bateria
:: + Vídeos ::
Download
("A História do boi Tatau")
Download
("Tudo bem")
Download
("Michel")
Formada desde março de 2002 em Recife/PE, Parafusa tem uma formação bem sólida. O "power trio" Diogo, Tiago e Lucas (guitarra, baixo e bateria) que tocavam profissionalmente juntos num e noutro grupo, de uma banda para outra, encontraram, numa dessas experiências, a cumplicidade perfeita no tecladista Juliano.
Seus integrantes vinham mostrando competência e unidade sonora; a partir de Parafusa, o grupo mostra totalmente a cara, a criatividade e a ousadia. Neste projeto, os quatro expressam, com muita verdade, sua essência musical, desenvolvendo suas influências da música popular brasileira através de uma linguagem situada dentro do universo pop, não no sentido pejorativo da palavra - de fácil vendagem ou sem conteúdo - mas no sentido pejorativo da palavra - de fácil vendagem ou sem conteúdo - mas no sentido da abrangência que este termo propõe.
Parafusa se utiliza de sons e versos para expressar e compartilhar sensações e sentimentos, estabelencendo uma comunicação de infinitas formas e traduções (interpretações), como não poderia deixar de ser, de um forma bem sincera. As músicas podem ser conferidas no site www.parafusa.com.br
Contatos:
Parafusa - Site Oficial
parafusa@parafusa.com.br
81 9146 2604 - Juliano Ribeiro
81 9282 1365 - Tiago Araújo
Fotolog:
Fotolog - Parafusa
Comunidades do Orkut:
Comunidade Oficial no Orkut
Parafusa no Orkut
:: Próximos shows ::
20/02/2006 - Festival Pré-Amp 2006 (Recife Antigo)
(Com: Mundo Livre S/A e Camerata Brasileira-RS )
*(Agradecimentos: Juliano Ribeiro)
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15.2.06
Acompanhem abaixo uns trechos do 'Entrevistão' com Camelo e Amarante para a Revista Bizz:
BIZZ ENTREVISTA MARCELO CAMELO E RODRIGO AMARANTE
Irmãos, parceiros ocasionais, competidores criativos, rivais amistosos... As cabeças por trás das canções dos Los Hermanos mostram os tons de cinza entre o claro e o escuro
Por Pedro Só
Vocês tiveram uma fase de dar entrevista levando gravador para também registrar a conversa... A relação com a imprensa é um fardo, uma coisa chata?
Amarante: (interrompendo): Mas por quê? Qual a relação entre gravar entrevista e ter uma relação chata?
Chata pode nem ser, mas tensa...
Amarante: Você acharia tenso se eu tivesse gravando a entrevista?
Eu, não. Por um acaso, não. Mas...
Amarante (interrompendo): Por que você falou que é tenso isso?
(acuado) Já houve problemas, já ouvi falar que, se vocês pudessem, dariam menos entrevistas...
Amarante (interrompendo): É engraçado. O telefone sem fio na imprensa é uma coisa perigosa porque um diz o que ouviu falar e pro outro isso já é uma coisa realmente dita. Porque para cada um dos jornalistas é um canal supostamente com credibilidade. Aí as coisas vão batendo de um lado pro outro e viram essas coisas... Tem sempre um gravador gravando o que a gente vai dizer - e o que a gente disser vai ser publicado. Mas gravar o que o jornalista fala, isso causa uma tensão enorme. Não é engraçado isso?
É. Porque... Ããhn, digamos... Assim você está invertendo papéis... O cara se sente fiscalizado.
Camelo: Porque o jornalista às vezes muda de uma forma, cara, com uma sutileza...
Amarante: Esse segundo gravador, ele funciona como um espelho. Ele causa uma mudança que a gente vê e que não era pra acontecer, entende? Não era para ser uma coisa violenta, mas acaba resultando nessa tensão. Porque isso é que nem ter uma câmera virada pra você; você não tem como se comportar da mesma forma, os músculos da cara torcem.
Me chamou a atenção na platéia de vocês o número de homens cantando todas as letras, abrindo os braços, mexendo as mãos. Vocês já agiram assim em shows de outros artistas?
(juntos): De muitos!
Amarante: No último show que fui dos Strokes, eu era o maior fã do mundo. No meio do povo, com as mãos pra cima. Uuuuh!
E você, Marcelo, em que shows você tinha esse envolvimento?
Camelo: Nos shows underground. Eu e o Alex no meio da galera, no começo do show dos Funk Fuckers, naquela pilha de "vai começar, vai começar". Kamundjangos também.
Mas, em razão do discurso, da letra, que banda te comovia? Aquela que você canta a letra e é um pedaço da tua vida, é um desabafo...
Amarante: Não saberia citar uma banda que tenha causado isso.
Historicamente, a Legião Urbana era vista assim. Vocês pegaram a Legião nessa onda?
Camelo: Eu gostava demais, mas acho que era muito novo pra entender as letras. Hoje em dia, eu ouço assim...
Amarante: Mas não gostava muito, vai...
Camelo: Gostava pra c******! Meu número na escola era cantar "Faroeste Caboclo" inteira.
Amarante: Eu me lembro de pegar um encarte, tentando entender o que estava sendo dito, porque era em inglês. Eram as letras do Morrissey, dos Smiths. Cara, eu decorei todas as palavras! Metade eu não tinha a menor idéia do que era. Até aprendi inglês tentando entender. Eu tinha certeza que ele estava dizendo alguma coisa muito f***. E ele estava dizendo mesmo uma coisa muito f***!
Camelo: Eu me lembro de tentar aprender inglês ouvindo Pearl Jam. Só que as letras do cara são impossíveis. O vocabulário do cara... A primeira letra foi "Black". Começa com "sheets of empty canvas"... Mermão! Levei pro curso de inglês, a professora abriu o dicionário...
Amarante: Falou: "Não vai dar não!" (risos) Que nem "The Boy With the Thorn in His Side" (dos Smiths). "Thorn", o que é que é "thorn"?
Camelo: A gente via na Bizz Letras Traduzidas... Hoje tem o Multishow.
E essa história da barba, que acabou virando uma identidade visual? Chegaram a discutir entre vocês?
Amarante: Fizemos uma votação entre bigode, sobrancelha rapada e barba.
Camelo: E mullet! Na Europa já é maneiro, é impressionante. A gente chama de McGyver. Eu já fui no barbeiro e pedi pro cara cortar igual ao McGyver. Tenho a foto saindo de lá feliz, mulletzão assim ó.
Amarante: É muito louco isso. A coisa chega num ponto em que não fazer a barba vira um cuidado extremo. Imagina, fazer marketing com isso. Que marketing de bosta! Olha a bermuda do Marcelo! Olha pra mim!
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Vídeo-Entrevista na GloboNews...
Abaixo está o link para vocês assistirem o vídeo da entrevista dos hermanos no programa 'Almanaque' da GloboNews, para conferir basta clicar na imagem abaixo:
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:: Novo Set List ::
Nos últimos shows pelo nordeste a banda começou a tocar novas músicas que agora oficialmente estão fazendo parte do novo set-list da turnê '4' que tem seu 50º show nesta sexta(17) em Ribeirão-Preto-SP.
As canções que estão fazendo parte do novo set-list são:
"Azedume", "Pierrot", "Tenha dó", "Casa pré-fabricada", "Conversa de botas batidas", "Um par" e "Anna Júlia"
Sobre "Anna Júlia", não sabemos se vai entrar em definitivo no set-list, pois a canção só foi tocada no último show da banda em Piracicaba-SP.
Faremos agora uma enquete para saber:
*(O resultado da enquete divulgaremos logo após a turnê em Portugal)
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14.2.06
Abaixo está a nova capa da Revista Bizz Ed.198 que traz na capa os irlandeses do U2, mas o que nos interessa mesmo é o 'Entrevistão' que o jornalista Pedro Só fez com Rodrigo Amarante e Marcelo Camelo.
A revista já está nas bancas e brevemente tentarei colocar alguns trechos da entrevista aqui no Blog.
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Portugal...Avante!!!
A partir do dia 14/03 os hermanos iniciam sua turnê em terras além-mar, serão 11 shows pelas principais cidades de Portugal como, Lisboa, Porto e Coimbra.
A intenção do Blog Hermaníacos era fazer um diário dessa turnê, com fotos, histórias, set-list´s, mp3´s etc...Tentamos fechar uma parceria com a produção da banda mas, ficamos no 0 X 0. Quem sabe, na próxima vez?
As datas e os locais já estão disponiveís no Site Oficial.
:: Vídeo ::
Abaixo está o link para baixar o vídeo do show no Clube Internacional, a música é "Pierrot" . O vídeo está no site oficial, mas pouca gente sabe...
Los Hermanos no Clube Internacional - "Pierrot"
(Clique com o botão direito e depois 'Salvar como...")
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10.2.06
O Teatro Mágico é um espetáculo feito de música e poesia São crônicas do cotidiano urbano, contadas com muita brasilidade, ritmo e festa. Em meio a tantas pressas do dia a dia, tantos desencontros, o show traz a idéia de que a unidade é possível,
o diálogo é possível e tudo é uma coisa só.
Todos os músicos se apresentam trajados com figurinos de clown, mas não se trata de um espetáculo de comédia.
O show discute as relações e suas dificuldades. "Todo mundo é um pedacinho do outro!... todo outro é um pedacinho do mundo!"
Somos todos parte de uma grande peça, às vezes um drama, às vezes comédia, mas em todos os momentos somos personagens, somos figurantes e protagonistas, somos de vez em quando os roteiristas e às vezes os diretores.
Com a proposta de mesclar idéias, situações e possibilidades, juntando tudo numa coisa só, o Teatro Mágico transforma o som em letra, letra em palavra, palavra em frase, frases em textos e textos em músicas, o que faz do espectador um personagem e
dos personagens, nossas caricaturas do dia a dia. O teatro nosso de cada dia.
O resto, bem! Não se conta o fim de uma história quando se convida alguém para assisti-la.
Bem vindos ao Teatro Mágico!
:: Vídeo para download ::
Vídeo - "Um pouco mais de nós"
Release
O Teatro Mágico: entrada para raros... é um projeto musical que reúne elementos do circo, do teatro, da poesia, da música, da literatura e do cancioneiro popular tornando possível a junção de diferentes segmentos artísticos num mesmo espetáculo. O show é repleto de surpresas e emoções, desde a viva boneca-de-pano fazendo graça com o público na recepção até a entrada da trupe em cena. As canções falam das situações do cotidiano, das impressões sobre o dia-a-dia, do olhar da gente sobre o outro e sobre o mundo!!
"A proposta do Teatro Mágico é possibilitar a descoberta de cada um em si mesmo e no outro. A intenção é unificar palco e platéia, artista e público, tudo em uma coisa só", conta o autor do projeto. Falando nele, vamos às apresentações: Fernando Anitelli, 30 anos, poeta-ouvidor-desenhista-músico-malabarista-comediante-o-que-for, é o responsável pela criação desse universo lúdico, teatral e circense recheado de musicalidade e imaginação.
Embalando todas as canções no CD, destacam-se: violões, violinos, guitarra, baixo, percussão, flauta, Djs, gaita, bateria, teclado, saxofone e alguns ruídos pouco perceptíveis, mas extremamente necessários dentro da moldura lírica desse mundo encantado. Aqui e ali, outros vocais entram e saem de cena em participações honrosas como a da cantora Nô Stopa e do multi-artista Ivan Parente além de aparições como a da percussionista Simone Soul (Funk Como Lê Gusta) e de alguns músicos do grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado.
Num clima mágico e envolvente, as canções vão sendo intercaladas pelo traçado tecnológico de ruídos telefônicos, sinais de rádio e mensagens de voz. Os integrantes da trupe, maquiados e vestidos de clown - que trazem a idéia do "personagem interno" escondido em cada um de nós -, interagem com o público em passos de dança, números circenses como o malabarismo, o trapézio, a lira e outros "truques" que compõem a representação cênica em cada letra. E assim temos a história do mar que se apaixona por uma menina, a sereia sentada na pedra mais alta e a sorte vinda num realejo.
A melhor festa é aquela que acontece dentro da gente e não ao redor. "Se tudo que eu preciso se parece, porque é que não se junta tudo numa coisa só?", a música se questiona verso a verso. E o roteiro do fabuloso espetáculo vai sendo escrito em cada gesto, em cada canto, em cada rosto. Os coelhos vão saindo de dentro das cartolas e o verbo somar vai sendo conjugado boca-a-boca, corpo-a-corpo, sonho-a-sonho.
:: Canções para Download ::
Música: "Prato do dia"
Música:"O Anjo mais velho"
Um pouco mais sobre o grupo...
Em dezembro de 2003 nascia uma possibilidade, uma idéia, um impulso de trazer à tona as verdades guardadas dentro de cada um de nós. Acontecia, então, a primeira apresentação do Teatro Mágico - um grupo formado não só por amigos, mas por pessoas que acreditavam num "comum a todos" !! De lá pra cá, foram mais de 100 shows realizados, mais de 9.000 discos vendidos, um CD gravado em estúdio ("O Teatro Mágico: Entrada para Raros"), um CD remixado ("O Teatro Mágico do Espaço") , o site oficial (com cerca de 6.000 visitas por mês), o blog virtual (com mais de 200 acessos por dia) , um videoclipe ("Uma Parte
Que Não Tinha") e um DVD (gravado ao vivo, em show realizado no Teatro Dias Gomes-SP, em junho deste ano).
O espetáculo "O Teatro Mágico: Entrada Para Raros" já passou por várias casas noturnas e teatros de São Paulo, com destaque para: o Teatro Dias Gomes, o Blen-Blen, o Centro Cultural São Paulo , o Sesc Ipiranga , o Sesc São Carlos, etc. No interior, fizemos uma temporada no Teatro Municipal de Santos (SP) e também abrimos o Festival Maio Musical no Teatro Municipal da Cidade de Indaiatuba (SP) além dos shows no Teatro da Unimep, em Piracicaba (SP) , Teatro Municipal de Caraguatatuba (SP) e Teatro da USP - Ribeirão Preto.
MÍDIA - A trupe do teatro Mágico já esteve em destaque em vários veículos de mídia, entre eles: "Folha de São Paulo", "Correio Popular", "Estado de São Paulo", "Veja São Paulo", "Cult" , Guia da Semana, SP Cult, Sampa Online, IG, Rádio Eldorado, Rádio USP, Rádio Cultura, AllTV, Rede Record, Rede TV e TV Cultura.
Site Oficial:
Site Oficial - O Teatro Mágico
Blog Oficial:
Blog Oficial - O Teatro Mágico
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Fernando Anitelli - O Autor
Vamos às apresentações: Fernando Anitelli, 30 anos, "poeta-ouvidor-desenhista-músico-malabarista-comediante-o-que-for". Ele é o responsável pela criação desse universo lúdico-teatral-circense recheado de musicalidade, sonoridade e imaginação. Nascido e criado na cidade de Osasco, São Paulo, Anitelli "brinca" com arranjos e melodias desde os 13 anos: "Quando eu vi que rimar amor com humor funcionava, não só na estética e na melodia, mas no sentido que aquilo tinha pra mim, nunca mais parei de fazer música", revela. As pequenas vitórias vieram logo cedo, com prêmios em vários festivais dos quais participou com suas canções. A entrada na Faculdade de Publicidade e Propaganda lhe garantiu não só um diploma, mas também a formação da extinta banda Madalena 19, que permitiu seu amadurecimento como músico durante quase dez anos em ensaios e apresentações de pequeno porte.
De lá pra cá, Anitelli acumulou ainda, na bagagem, a experiência como ator na Oficina Os Menestréis, que lhe deu as noções básicas de expressão corporal, domínio de palco e outros elementos vindos da escola do teatro, indispensáveis em seus shows. Em meados de 2003, com o talento cada vez mais apurado, Anitelli entrou em estúdio
para gravar seu primeiro cd, contando com um time de músicos de primeira linha. O álbum recebeu o sugestivo título de "Teatro Mágico: Entrada para Raros" numa referência ao best-seller "O Lobo da Estepe" , do escritor alemão Hermann Hesse. Segundo ele: "Quando eu li sobre o Teatro Mágico, do Hesse, percebi que era justamente aquilo que eu gostaria de montar: um espetáculo que juntasse tudo numa coisa só, desde malabaristas, atores, cantores, poetas até palhaços, bailarinas, bonecas-de-pano e tudo mais que a minha imaginação pudesse criar.
O Teatro Mágico é um lugar onde tudo é possível". Quando entra em cena, Anitelli revela uma expressão cênica incrível seja declamando versos ou fazendo performances inusitadas em caras, bocas e gestos. A cada passo um improviso, esse é o lema do Teatro Mágico. É um telefone que toca, um objeto que cai e, de repente, nos deparamos com os músicos olhando pro chão à procura de uma palheta "poeticamente perdida" pelo comandante da trupe. Um dos pontos fortes do show é quando o poeta-ouvidor desce do palco e escolhe algumas pessoas para participar de mais uma brincadeira. Cada um diz uma palavra e ele compõe, ali mesmo, uma nova canção "Quando estou no palco, faço questão de frisar que aquele ali sou eu, não é um palhaço
ou outro personagem qualquer.
A coisa de pintar a cara e vestir uma roupa colorida revela um pouco mais de mim, aquele lá sou eu. O Teatro Mágico torna possível que cada um se mostre como é, que cada verdade interna seja revelada. Essa é a grande brincadeira, ser o que se é",
destaca. E assim, Anitelli vai traçando um paralelo entre o real e o imaginário enquanto o público, aos poucos, vai entrando na mesma freqüência sinestésica marcada pelo ritmo do espetáculo. Ao final do show, o homem e o palhaço vão se tornando unos assim como cada um dos presentes vai descobrindo a delícia de se permitir ser um pouco mais de si mesmo.
+ Download´s...
VideoClipe - "Uma parte que não tinha"
Mp3 da música "Realejo"
MP3 da música "Ana e o Mar"
Contatos para shows:
(11)3081-2911
(11)8101-1065
E-mail:
folia@oteatromagico.mus.br
Para comprar CD´S, DVD´S E CAMISAS:
Thiago Viana
tvbarros@yahoo.com.br
(Pernambuco e Regiões Norte e Nordeste)
Odácio Anitelli
brecho@oteatromagico.mus.br
(São Paulo e Regiões Sul e Sudeste)
Próximos shows:
19/02 - Coppola Music(São Paulo-SP)
23/02 - São Paulo (Local a Confirmar)
Instrucões para os Download´s
(Atenção: Para fazer o download no RapidShare, basta clicar em FREE, depois esperar a contagem de 30 segundos terminar, digitar as letras coloridas que vão aparecer e depois clicar em "Download now")
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*(Agradecimentos: Maíra Viana(Prdução do TM) e Roberta Naddeo)
9.2.06
Confira 3 vídeos filmados durante a passagem de som dia 26/01 antes do show no Teatro Guararapes, os links estão hospedados no RapidShare .
1º Marcelo faz embaixadinhas antes de passar o som.
(Clique na imagem para fazer o download do vídeo)
2º Trecho da banda passando a música "Paquetá"
"Paquetá" - Passagem de som em Recife 26-01-06
3º Vídeo, mostra a banda descontraída e Marcelo continuando com suas embaixadinhas
Passagem de som no Teatro Guararapes
(Atenção: Para fazer o download no RapidShare, basta clicar em FREE, depois esperar a contagem de 30 segundos terminar, digitar as letras coloridas que vão aparecer e depois clicar em "Download now")
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Blog Hermaníacos apoiando as bandas novas
A partir desta sexta-feira daremos ínício a divulgação de bandas novas do Brasil, toda sexta-feira um Post será dedicado exclusivamente para uma banda que está começando sua carreira e na luta por um espaço na cena musical brasileira.
Mp3´s, Vídeos, Releases, história, Curiosidades, links...enfim, uma avalanche de informações para que os visitantes do Blog Hermaníacos conheçam a trajetória de uma determinada banda da cena underground.
Portanto, até sexta!
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4.2.06
Faz 28 anos hoje, o compositor, músico carioca e líder dos Los Hermanos MARCELO CAMELO, o blog hermaníacos deseja muitas felicidades...Parabéns, Camelo!!!
Bate-Bola com Marcelo:
Nome completo: Marcelo de Souza Camelo
Função na banda: Guitarrista, vocalista e Compositor
Apelido: Camelo
Data e local de nascimento: Rio de Janeiro/Rj-04.02.1978
Estado civil: Casado
Prato predileto: Carpaccio sem alcaparra
Bebida: Coca-Cola
Doce: Arroz doce
Esporte: Tênis de mesa
Hobby: Tocar violão
CD inesquecível: "Weezer",Weezer
Filme: "As Sete Faces do Dr. Lao"
Ator: Kevin Spacey
Atriz: Juliette Lewis
Homem bonito: Chico Buarque
Mulher Bonita: Mila, minha noiva
Qualidade: Sou bondoso
Defeito: Impaciência
Medo: De palhaço
Perfume: Não uso
Sonho: Construir uma família
Lugar que gostaria de conhecer: Patagônia
Quem deixaria numa ilha deserta: Antônio Carlos Magalhães
Essa entrevista é de 2000 e foi tirada do site "Casa dos Hermanos".
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:: Fotos ::
Abaixo estão alguns links para vocês conferirem as fotos dos shows em João Pessoa-PB(Dia 28/01)
(Ruivo e Camelo no show em João Pessoa)
Fotos show em João Pessoa
(By Samara Dantas e Lidiane Vasconcelos)
Gravação do programa de TV "Sopa Diária" em Recife + algumas fotos do show no Teatro Guararapes
(Camelo, Alex e Rodrigo Barba nos bastidores do programa)
Fotos - Gravação do 'Sopa Diária' + Show
(By Rafinha, Rodrigo Muniz e Blog Hermaníacos)
E do show em Salvador-BA no Festival de Verão.
(Ruivo e Marcelo Camelo dando em entrevista em Salvador)
Nota no Terra sobre o show em Salvador
Público de Salvador canta junto com Los Hermanos
Antonio Reis/Especial para o Terra
A exemplo do que já costuma ocorrer na turnê do Los Hermanos, o público de Salvador cantou quase todas as músicas da banda carioca. O show do quarteto no Festival de Verão de Salvador ocorreu no início da noite de quinta-feira.
Logo no início da apresentação, O Vento empolgou tanto a multidão que estava na pista quando quem curtia do camarote.
Pautados principalmente pelo repertório do disco 4, lançado no ano passado, os Hermanos conseguiram participação total da platéia.
Mais do que isso: logo após o show, muita gente colou nas grades do estúdio de TV montado ao lado do palco, onde os músicos deram uma entrevista. Sinal que, mesmo longe das grandes mídias, o grupo segue sua trilha pop.
Fotos do show em Salvador
(By Antonio Reis/Especial para o TERRA)
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3.2.06
O site Giro Cultural de Pernambuco fez uma resenha sobre o show dos Los Hermanos no último dia 27/01 no Clube Interncional, acompanhe:
Um Fenômeno de Público e Competência
por Rodrigo Édipo
Cheguei ao local do show com uma certa antecedência da hora estipulada para começar. O Clube Internacional, conhecido por alguns shows nada convidativos, estava prestes a receber mais um espetáculo da banda brasileira mais influente desde Legião Urbana. Os fãs que cresceram com o grupo são os mesmos, porém existe uma nova safra mais atuante ainda. São jovens entre quinze e dezoito anos que se espremeram na desorganizada fila de entrada para conseguir o tal lugar privilegiado. Engraçado é que, no momento artístico mais louco da banda, em que lançaram o CD mais claustrofóbico e hostil segundo os padrões normais da música pop, é quando a religiosidade do público aumenta. É gradativo e assustador. Como se ninguém questionasse mais nada sobre o que a banda produz, só aceitasse e ponto final.
O show demorava a começar, já tinha uma hora e meia de atraso, enquanto isso escutávamos de fundo o novo CD do Cidadão Instigado que o "dj" resolveu botar pra tocar, nada melhor para o momento. Uma multidão de gente feliz e saltitante esperava a turma de barba subir no pequeno palco do clube, com uma única certeza: a de que estavam prestes a se acotovelarem de tanto amor e devoção por uma banda que um dia foi renegada pelos seus próprios fãs. Os antes coitadinhos da música brasileira, estavam ali para apresentar pelo segundo dia consecutivo na mesma cidade, o repertório do seu novo disco de sucesso, o já clássico álbum 4 (o grupo fez uma apresentação especial no Teatro Guararapes na noite anterior).
Eis que de 23:45 a banda aparece e os gritos exagerados também. Eu nunca tinha presenciado em shows da banda, uma manifestação pública daquela, desde a lendária apresentação no Armazém 14 em 2002, quando os gritos foram tão ensurdecedores quanto, porém bem menos intensos. Então nesse momento a certeza era de que o show seria igualmente inesquecível.
Dois Barcos foi a primeira pedrada, quase que não escuto a música direito, cantada do início ao fim em alto e nem tão bom som pela galera em minha volta. Mas tava tudo na boa, a emoção já tinha tomado conta de todo mundo mesmo, até de mim. O show tinha começado. Os músicos já acostumados com esse feedback absurdo, soltaram uma seqüência impecável, seguindo com a bonitona Primeiro Andar e logo depois a excelente ao vivo, O Vento. O sorrisos estouraram, os braços se soltaram e a empatia do público com a banda estava à flor da pele, como nunca mais eu tinha visto. A sintonia estava perfeita e a banda tava mais à vontade do que nunca naquele palco.
O set list do show foi baseado nas músicas do 4 e ficou clara a competência deles ao vivo, pois conseguiram transferir o clima gelado do disco para o palco. Sem perder a estranheza, muito menos a opulência estética característica do álbum. As novas composições de Marcelo Camelo traduzem bem o caminho trilhado pela banda nesses anos todos, detalhe que eu já vinha percebendo nos outros álbuns, principalmente o Ventura. Já Rodrigo Amarante é uma eterna férias, um descompromisso prazeroso de se escutar. E é essa divisão em meu raciocínio que faz o show da banda ser o que é. Equilibrado e redondo.
A apresentação continua e uma surpresa vem. Depois de shows e shows sem tocar Pierrot, por motivos nebulosos a banda decide presentear os olindenses e recifenses que nem curtem tanto um frevo rasgado. Ao toque de Vassourinhas (hino do frevo olindense), a multidão grita, Marcelo chama o hardcore e rodas de pogo abrem. A adolescência da banda também é inesquecível, apesar do abismo criativo entre o primeiro CD e os três outros. Isso se comprova também quando a banda solta o hit de shows Azedume e a igualmente celebrativa Tenha Dó, confesso que dei muitos murros no ar nessa hora. É muito sofrimento! Outros destaques do show ficaram por conta das músicas: Conversa de Botas Batidas e sua incansável beleza; a sucesso de público A Flor e a queridinha de todos Casa Pré-Fabricada, o ponto alto do show para esse que vos escreve.
A banda resolve terminar o show com a sem sal e mal escolhida para o momento Retrato pra Iá Iá, na ocasião em que todos presentes naquele ambiente de celebração já tinham pulado, levado pontapés e empurrões, sem falar nas patadas no coração. Os fãs já estavam cansados de tentar entender a genialidade da banda quando a música se acaba e o grupo sai do palco. Era o fim de mais um show bem sucedido da banda aqui em Pernambuco. Em tempos que o mainstream da música brasileira se encontra carente e em eterna decadência criativa, Los Hermanos é uma exceção que funcionou, pois nem todas dão tão certo assim. Voltem Sempre.
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Mini Entrevista com Marcelo Camelo
A produção do Festival de Verão de Salvador fez uma mini entrevista com Marcelo Camelo logo após o show de ontem em Salvador, vejam abaixo:
Marcelo Camelo - Los Hermanos
03/02/2006
Por Emerson Nunes
Depois de um show onde o público cantou da primeira até a última música e a banda homenageou Ivete Sangalo, o vocalista Marcelo Camelo fez, literalmente, um rápido bate bola com Portal iBahia.com e falou um pouco sobre o show.
iBahia - Los Hermanos é uma banda que faz um som peculiar, em estúdio e ao vivo, e está influenciando muita gente. Qual a influência de vocês?
Marcelo Camelo - As influências são muito distintas, difícil enumerar e não é com duas ou três bandas que eu vou traçar alguns pilares fundamentais das nossas influências. Somos influenciados por tudo o que acontece nas nossas vidas.
iBahia - Na canção ¿Pierrot¿ vocês fizeram uma musica incidental de Ivete Sangalo.
Marcelo Camelo - Foi uma homenagem a nossa querida Ivete.
iBahia - Vocês fizeram um show na Concha Acústica que foi considerado um dos shows mais bonitos, com participação ativa da platéia. Como é a relação de vocês com o público da Bahia?
Marcelo Camelo - Cada público tem uma peculiaridade e a gente que viaja pelo país sente essa relação com a nossa música. Mas o público aplaude em cena os mesmos monetos, geralmente pedem as mesmas músicas e vibram com a mesma intensidade. A gente circula com bastante intensidade desse universo do inconsciente coletivo, mais até do que nos lugares específicos e suas particularidades.
iBahia - Tem algum show que você quer ver no Festival De Verão?
Marcelo Camelo - Eu quero ver todos.
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